Como parte da Campanha Maio Lilás, que busca estimular a participação de trabalhadores em lutas coletivas para a defesa de direitos, o Ministério Público do Trabalho (MPT), em conjunto com o Fórum das Centrais Sindicais, realizou o evento Diálogo Social: Sindicalismo e Juventude, no dia 28 de maio, na Pontifícia Universidade Católica (PUC), Auditório Don Paulo Evaristo Arns.
A abertura do evento foi realizada presidenta do Centro Acadêmico da PUC, Ana Julia Thomaz Carmona, e pela Procuradora Regional do Trabalho e coordenadora nacional da Conalis/MPT (Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical do Ministério Público do Trabalho), Vivian Brito Mattos.
O primeiro painel foi conduzido pelo professor e sociólogo da USP, Ruy Braga, que apresentou dados de sua pesquisa, abordando as questões de “Encontros e Desencontros entre a Juventude e o Sindicalismo”. Suas falas ilustraram os desafios e as oportunidades na integração dos jovens ao movimento sindical.
Após a fala de Ruy, a advogada e professora da PUC, Lucineia Rosa dos Santos também fez explanações sobre os desafios para superar a precarização das relações de trabalho que acaba excluindo e colocando os jovens, cada vez mais, às margens da sociedade. Além de destacar a importância de observar as experiências dos países africanos.
Em seguida, a professora Lucimara Malaquias discutiu as barreiras estruturais e culturais que afastam a juventude da sindicalização. Ela destacou como as novas formas de trabalho e a falta de identificação com os métodos tradicionais de sindicalismo contribuem para essa distância, propondo estratégias para superar esses obstáculos.
Após os debates, representantes das centrais sindicais comentaram os aspectos apresentados pelos painelistas, oferecendo as perspectivas de suas respectivas entidades. O Diretor de Comunicação da Pública SP, Adeildo Vila Nova, destacou o protagonismo dos jovens em espaços sociais e não sindicais e refletiu sobre o papel das entidades sindicais na aproximação com o movimento de base tanto dos sindicatos, como das associações e centrais.
Também estiveram presentes os diretores da Pública São Paulo: Geraldo Francisco Martins de Carvalho Junior (Diretor Administrativo) e Diógenes Francisco Marcelino (Diretor de Políticas Sindicais e Associativas).
Veja aqui a fala do Diretor Adeildo:








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